sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A Umbanda Nasceu Antes de Cristo

Texto de Thereza Saidenberg

@Douglas: Tem muita coisa preconceituosa no texto, como a posição em relação aos Exús e outros cultos, porém vale muito a pena ser lido. Nota-se que a autora pesquisou muito, e tem uma postura embasada no seu aprendizado.

Diz um folheto distribuído nos hotéis do Rio de Janeiro, por uma agência de viagens, que umbanda, macumba ou vodu, são a mesma coisa: "ritual religioso afro-brasileiro, praticado por negros". Esse tipo de colocação é inteiramente errado. Primeiro, porque a umbanda é praticada por brasileiros de todas as raças e classes. A festa de Iemanjá, comum em diversos pontos do nosso litoral, e que se realiza geralmente a 31 de dezembro, prova isso todos os anos.
Quanto à umbanda ser um ritual afro-brasileiro, é certo que os escravos africanos a trouxeram para o Brasil, com um conjunto de rituais de cunho fetichista, que se misturam - num evidente fenômeno de sincretismo - com os ritos da pajelança dos nossos índios, recebendo também influências do espiritismo de Allan Kardec e do catolicismo.
No culto aos orixás, salta aos olhos que os nomes dessas entidades não são de origem africana, assim como a própria palavra orixá também não é da África. Até o som xá não é comum aos dialetos dos negros que foram trazidos para o Brasil, de acordo com Pierre Verger, no livro Notes sur le Culte de Orisa et Vodun. A pronúncia africana é sá e não xá, levando a crer que o negro recebeu de outros povos o culto dos orixás, conservando-o quase puro no seio das tribos, com algumas variações, de uma para outra nação.

A pedra negra enviada pelo céu

Entende-se por nação o conjunto de tribos com um só idioma, características e costumes semelhantes. Os negros brasileiros pertenciam a três culturas ou nações, assegura a pesquisadora Nina Rodrigues em O Animismo Fetichista dos Negros Baianos. Essas três culturas ou nações seriam as seguintes:

1) culturas sudanesas - iorubás ou nagôs, evês ou gegês, fanti-ashanti ou minas;
2) culturas sudanesas - maometanas - haussas, tapas, mandingas, fulas;
3) culturas bantus - angola-conguenses, moçambiques.

Como se nota no segundo grupo, os negros foram, em época mais ou menos recente, influenciados pelos habitantes árabes do Norte da África, praticantes da religião do profeta Maomé, ou Mofoma, tornando-se muçulmanos, coisa que não aconteceu com os negros do primeiro e terceiro grupos, não porque não tivessem mantido contato com os árabes, mas sim - muito provavelmente - porque os contatos ocorreram antes do nascimento do profeta.
Antônio G. Mattoso, em seu Compêndio de História Universal, tomo I, afirma: "Os árabes eram fetichistas. Adoravam as pedras do deserto e as árvores dos oásis, que julgavam habitadas por espíritos. A sua cidade santa era Meca, em cujo templo se encontravam 360 ídolos. Com estes, adoravam também certa pedra negra, que consideravam enviada pelo céu. A pedra negra estava encerrada num santuário especial, com a forma exterior de cubo, razão pela qual davam a este santuário o nome de Kaaba, palavra que, em língua árabe, significa cubo. A grosseira religião dos árabes foi, no século 7º, substituída por outra mais perfeita (islamismo), devido à pregação de Maomé".
Maomé foi um grande reformador. Nasceu em Meca (571 d.C.) e morreu em Medina (632 d.C.), tendo instituído o Alcorão, livro sagrado muçulmano. A reforma foi feita pela força das armas, e a religião abolida por ele (e considerada grosseira por Antônio G. Mattoso) tinha todas as características também dos rituais fetichistas dos negros não-muçulmanos (1º e 2º grupos da classificação de Nina Rodrigues) que vieram como prisioneiros para o Brasil.
Maomé manteve o culto à pedra negra que teria vindo do céu, ou seja - ao que tudo indica - um meteorito. Informam Alberto Malet e J. Isaac, em Curso de História (volume I - La Edad Media): "La Kaaba contiene una fuente y una piedra negra, actualmente engastada esta última en un disco de plata y colocada em un ángulo del muro".
Maomé, além de manter esse culto, igual ao do orixá Xangô, senhor dos raios e dos meteoritos (os antigos julgavam que os meteoritos eram pedras geradas pelos raios), manteve ainda (em parte) o nome do principal dos ídolos antigos, o deus "Allah, el creador de todo ser y de todos las cosas, y el juez soberano".

Exu leva a história para a Pérsia

O criador do mundo, na crença dos africanos que nos trouxeram a umbanda, era Obatalá, Orixalá, Oxalá-ufã, Omxalá ou simplesmente Oxalá. Byron Torres de Freitas e Tancredo da Silva Pinto preferem escrever Orixá-alá, em Doutrina e Ritual de Umbanda. A mesma grafia é aceita por Decelso, em Umbanda de Caboclos; e por João de Freitas, no livro Umbanda.
Oxalá-guiã, ou Oxalá-moço, filho do criador do mundo, foi sincretizado com Jesus Cristo no Brasil. Isso também mostra que o principal orixá sempre foi Oxalá.
Para Decelso (em Umbanda de Caboclos), Omxalá seria a grafia correta do nome do maior orixá da umbanda; o prefixo om ou aum tem uma alta significação na magia, sendo considerado palavra sagrada por todos os mestres orientalistas, pois que representa o emblema da Trindade na Unidade. Foi este prefixo - om ou aum - que teria originado a primeira parte da palavra umbanda: om-banda ou aum-banda. Mais: era assim a grafia correta da religião dos orixás na grafia original.
Assim, o nome do deus maior seria Omxalá ou OmXá-Alah, de onde Maomé talvez tenha tirado o nome Allah. Os deuses primitivos eram simplesmente omxás, de onde proviria o termo orixá. É no exame disso tudo que os pesquisadores encontram grande semelhança entre os cultos primitivos do povo árabe e os cultos dos negros iorubas ou nagôs, evês ou gegês, ganti-ashanti ou minas, angola-conguenses e moçambiques.
Outro ponto de semelhança é a crença de que os árabes tem, até hoje, num deus do mal - que se opõe a Alá - denominado Satan ou Xatan, como informa a escritora Agatha Christie, no livro Desenterrando o Passado, que descreve as pesquisas arqueológicas realizadas na Síria por ela e o marido, entre 1936 e 39. Ora, os africanos acreditavam num opositor de Orixalá - Exú, Lebará, ou Satã - orixá rebelde e banido, que pertence à umbanda brasileira. Aqui, ele é Exu, Exu-maioral, Lúcifer, Satã ou Arimã, segundo Aluízio Fontenelle nas obras Exu e A Umbanda Através dos Séculos, além de ainda ser conhecido como Exu-rei.
O nome Exu nos leva mais para o passado, para além do povo árabe, fazendo-nos chegar até a Pérsia milenar, com a qual os árabes mantiveram contato, e de onde podem ter assimilado os seus cultos.

Raízes na língua mais antiga da Terra

Na Pérsia anterior a Zoroastro (que viveu no século 3º a.C. e que fixou no Avesta, livro sagrado e código sacerdotal, novas regras que deveriam orientar seu povo), vamos encontrar a crença em sete divindades denominadas Amsapads.
Byron Torres de Freitas, em Doutrina e Ritual de Umbanda, diz que a maior das sete divindades seria o deus Xazan ou Shazan - Senhor da Luz - a quem se oporia Xatan, ou Shatan - Senhor das Trevas.
Xazam ou Shazam é nome que atravessou os séculos, chegando até a inspirar o grito de guerra de um herói das modernas histórias em quadrinhos, o capitão Marvel. Invocado, Shazam lança um raio à Terra, dando superpoderes ao herói.
Zam significa luz e poderia perfeitamente significar raio entre os antigos persas. Outro detalhe: a esposa de Shazam, Iazam, poderia ser Iansã ou Inhasã, esposa de Xangô, senhora dos ventos e das tempestades. Iansã também se assemelha à deusa Ísis, do Antigo Egito, bem como à Hera dos gregos e Juno dos romanos.
Zoroastro mudou o nome desse deus do bem ou da luz - Shazam - para Ormuzd, e o do deus das trevas ou do mal - Shatan - para Arimã, segundo Antônio G. Mattoso, em Compêndio de História Universal, tomo I. Para Mattoso, Ormuzd, criador do direito e da bondade, assegura aos homens justiça e felicidade, enquanto Arimã, para enfrentar o adversário, inventa a maldade, a doença e a morte.
É de se notar que esse deus do mal, opositor e rebelde, chama-se Arimã, um dos muitos nomes do chefe dos Exus na umbanda brasileira. Ou, pelo menos, um dos seus muitos nomes. E os sete Amsapads da velha Pérsia não seriam os nossos sete orixás? A palavra Amsapads também tem a grafia de Aum-Xapads e o prefixo aum ( ou om ) tem um antiquíssimo significado, de alta magia (conforme Decelso, na já citada Umbanda de Caboclos), o que pode possibilitar a grafia Omxapads, ou até mesmo Orixapads.
Aum e om nos levam ainda mais para trás no tempo. Se em persa xá significa senhor ou rei, o que significará o som om da palavra omxá ou orixá? É mais uma vez Decelso quem fornece pista a respeito. Diz ele, em Umbanda de Cablocos:
"O primeiro Congresso Brasileiro do Espiritismo de Umbanda procurou definir a origem mais do vocábulo que propriamente da religião. Vejam-se os anais do referido congresso (1941, Rio de Janeiro) à página 21: O vocábulo umbanda é oriundo do sânscrito, a mais antiga e polida de todas as línguas da Terra, a raiz mestra, por assim dizer, das demais línguas existentes no mundo. Sua etimologia provém de aumbandhu (ombandá) em sânscrito, ou seja, o limite no limitado".
O sufixo bandhu (bandha) tem diversas grafias, surgindo como Vandha ou vana, ou ainda vanna, em obras de diversos autores. Aluízio Fontenelle, em A Umbanda Através dos Séculos, chega a afirmar que a palavra umbanda significa na "luz de Deus" ou, etimologicamente falando, "luz divina".
Fontenelle afirma que é a tradução correta da palavra umbanda, do original em palli, primeira língua falada no Oriente Médio; suas mais remotas indicações são comprovadas através de qualquer tratado científico sobre a história da Índia, Egito e África.
Fontenelle, na busca das raízes da umbanda, fala de uma religião existente na Índia pré-védica (anterior aos Vedas, escrituras sagradas). Realmente, o prefixo om está ligado à Índia antiga, uma vez que - até hoje - om é o maior dos mantras hindus e é através dessa palavra que o Homem pode entrar em sintonia com a força criadora do universo.
Outro ponto de identidade entre a umbanda de hoje e a Índia: a morada dos orixás é conhecida como aruanda ou ruana ou ruanda (grafias preferidas por João de Freitas, em sua obra Umbanda). A palavra ruana pode também ser escrita rvana, uma vez que se sabe que a letra "u" é um abrandamento de "v". E novamente vemos surgir o sufixo "vana", dando a impressão de que há grande semelhança entre aruanda e o antiqüíssimo nirvana.

Espíritos de pretos corcundas, na Mongólia

Fontenelle buscou origens na antiga Índia e com ele parecem concordar vários autores. Outros, como Byron Torres de Freitas (Doutrina e Ritual de Umbanda), chegam à pré-história, lançando a hipótese de que a umbanda foi professada pelos lemurianos e atlantes, povos que teriam dado origem às civilizações mais antigas que a história registra. A hipótese pode parecer ousada, mas o fato é que a umbanda, com seus orixás, se assemelha a muitas outras religiões do passado, que podem ser variações de uma única religião comum.
Diz Peter Kolosimo, em Antes dos Tempos Conhecidos:
"Os xamãs, sacerdotes do antigo culto animista que ainda sobrevive na Mongólia, entrando em transe ao som obsessivo de um pequeno tambor, pretendem pôr-se em contato com o mundo do além, povoado por espíritos de incubos. Ora, entre esses espíritos há alguns bastante esquisitos: pretos, corcundas, com longos artelhos; eles poderiam alterar seu aspecto para aparentar semelhança humana. Assim, andariam entre os Homens, sem serem reconhecidos; mas com sua 'pele escura' vagariam invisíveis, nas águas e nos céus, a bordo de grossas conchas volantes, chamando os mortos".
Curiosamente, Joaquim Ribeiro, em O Folclore no Brasil - A Pajelança, confirma:
"Guarda o caboclo fortes resquícios do xamanismo de algumas tribos ameríndias. O pajé - mágico de planície - exerce influência decisiva sobre essas populações do Amazonas".
Mais adiante:
"A pajelança é a cerimônia mágica em que o pajé põe à mostra seus poderes sobrenaturais... para essa manifestação, invoca os caruanas, entidades sobrenaturais tidas como almas dos mortos, chamados para auxiliar os vivos. Essa invocação se processa ao som de maracás e às baforadas do cigarro tauari, que o pajé fuma durante a cerimônia. É aí, nesse ambiente, que se 'preparam' irupurus e se realizam os meios de cura. O pajé é sacerdote e curandeiro, ao mesmo tempo. A 'defumação' é ato obrigatório para o início da pajelança. Geralmente, a pajelança realiza-se numa choça, em local isolado. O ambiente, cheio de fumo, favorece as reações psíquicas dos circunstantes, provocando crises histéricas, convulsivas, e desmaios. (...) O pajé (xamã) representa importante papel social nas comunidades ribeirinhas, sobretudo nas de baixo nível cultural".
Conclui Joaquim Ribeiro:
"Não há, pois, exagero em dizer-se que ele guarda algo do xamanismo tupi-guarani".

Oxum e Vênus, Iemanjá e Minerva...

@Douglas: Nessa parte em particular, ele viajou um pouco. Não que seja a primeira vez, mas nessa aqui doeu...

Aprofundando-nos em nossa pesquisa, podemos encontrar também grandes semelhanças entre os orixás e os deuses do Olimpo, cultuados pelos gregos e, posteriormente, pelos romanos.
Por exemplo, Oxalá, simbolizado pelo Sol, identifica-se com Apolo, enquanto Ogum se assemelha ao grego Ares, o Marte dos romanos. Xangô, o senhor da justiça e lançados de raios e meteoritos, é tal como Zeus ou Júpiter. Oxum, o orixá do amor, é Afrodite ou Vênus; Iemanjá, Minerva ou Atena; Oxosse, Hermes ou Mercúrio; Omulu ou Xapanã, o senhor do tempo, identifica-se com Saturno; Iansã, com Juno; Exu, com Plutão; Ossanha, com Artemis etc.
Os sete orixás principais da umbanda também estão presentes nos dias da semana, tal como ocorria entre gregos e romanos:

Dia Astro Orixá
Domingo Sol Oxalá
Segunda Lua Iemanjá
Terça Marte Ogum
Quarta Mercúrio Oxosse
Quinta Júpiter Xangô
Sexta Vênus Oxum
Sábado Saturno Omulu

É bem possível que todos os povos da antiguidade tenham tido uma cultura comum, em alguma época, antes de se espalharem. Os autores que fazem comparações entre a umbanda e a pajelança encontram grandes semelhanças também entre o ritual do pajé e o do babalaô.
E os deuses dos índios igualmente têm semelhanças com os orixás. Guaraci parece-se muito com Oxalá; Jaci lembra Iemanjá; Tupã é o próprio Xangô; RUdá, Oxum; Anhangá, Exu. Teriam os índios origens em comum com os povos que transmitiram a umbanda aos negros? Assim parece ser; vejamos o que escreve Alexandre Braghine em O Enigma da Atlântida:
"O Senhor do universo, cujo culto foi instituído por Car, não tinha nome, a não ser a palavra cabalística Pan. (...) Este Pan era também, às vezes, chamado Tu-Pã, o que, segundo Varnhagen, quer dizer: o divino Pã, nos idiomas pelasgo, fenício e cariano. (...) A deusa Cibele foi igualmente mãe de Pã e, posteriormente, também de Car; foi igualmente denomidada Tu-pana".
Em tupi antigo (abá-nhaeem) Tupana quer dizer dia santo. Braghine nos afirma ainda: "A divindade cária Tu-Pã é ainda venerada pela maior parte das tribos sul-americanas sob a forma do todo-poderoso deus Tupã; este culto tem particular importância entre os guaranis do Paraguai, mas existia, antigamente, até pelo litoral do Pacífico. Sustentam os tupis que Tupã ensinou a seus antepassados a agricultura e o uso do fogo. Os povos do antigo Império peruano representavam Tupã exatamente como as estátuas gregas de Pã: o Tupã incaico era figurado sempre como um fauno (divindade campestre capípede, cornuda e cabeluda, com barbicha e cascos)".

O Oxosse de antes de Colombo

Byron de Freitas, em Ameríndios, faz comparações entre os orixás e alguns deuses até dos astecas, maias e toltecas. Pode parecer fantástico. Porém, a qualquer um de nós que possa conhecer o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, lá está, à nossa disposição, mais um pequenino fio da meada. Ali deparamos com a imagem do deus asteca protetor da flora e da fauna, senhor das plantas e das florestas. No pedestal, uma placa com seu nome: ChochiPili. Automaticamente, relacionamos o nome desse deus com o do orixá Oxosse, que também se escreve Oxoxi, Omxoxi ou Ochochi. É ele quem igualmente governa as nossas matas e florestas, protegendo a fauna e a flora, segundo a umbanda.
Não parece mera coincidência... num breve passeio pelo tempo e pelo espaço, constatamos que as raízes da umbanda vão muito além da África, das tribos catalogadas por Nina Rodrigues, dos antigos cultos árabes, das crenças persas, das tradições da Índia pré-védica. As raízes da umbanda estão na própria crença da vida após a morte física e na existência de Deus, tão velha quanto o homem na face da Terra.
Coube aos africanos a missão de manter os antigos cultos em seu estado quase puro, para, posteriormente, uni-los aos cultos indígenas e às influências dos kardecistas e católicas, dando origem à umbanda brasileira, ao candomblé, ao catimbó, à quimbanda, à macumba e até ao vodu (Voo-doo) do Haiti, São Domingos, Cuba, Porto Rico e outros países da América Latina.
Importante é que se saiba que a umbanda não é apenas um ritual descrito num folheto para turistas; mas uma religião que abrange todas as raças e classes sociais e que caminha - como todas as religiões verdadeiras - para o grande destino de levar o ser humano cada vez mais perto de Deus.

Bibliografia:
Notes sur le Culte de Orisa et Vodun - Pierre Verger;
O Animismo Fetichista dos Negros Baianos - Nina Rodrigues;
Compêndio de História Universal, tomo I - Antônio G. Mattoso;
Curso de História, volume I - A. Malet e J. Isaac;
Doutrina e Ritual de Umbanda - Byron de Freitas e T. Silva Pinto;
Umbanda de Caboclos - Decelso;
Umbanda - João de Freitas;
Desenterrando o Passado - Agatha Christie Mallowan;
Exu - Aluízio Fontenelle;
A Umbanda Através dos Séculos - Aluízio Fontenelle;
O Enigma da Atlântida - Alexandre Braghine;
Ameríndios - Byron Torres de Freitas;
Antes dos Tempos Conhecidos - Peter Kolosimo;
O Folclore no Brasil - Joaquim Ribeiro

Fonte do artigo: Revista Planeta, nº 62, páginas 18-22, 1977

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